Morte
Vem morte,
mas não chegue de sopetão
arrasando tudo
à minha volta.
Sei que um dia vai chegar
e muito me importa
que me avise a hora.
Que bata na porta
e traga nas mãos
um buquê, de vermelhas, rosas
e cachos de jasmim.
Que venha toda prosa
Pois, se você não vier
Minha alma curiosa, de mullher
Ficará absorta, a buscar motivos
E...para que motivos?
se...morrer é preciso?
Regina Oliveira
Enviado por Regina Oliveira em 29/01/2013
Alterado em 03/03/2013